sexta-feira, 29 de junho de 2012
Anderson Silva e Chael Sonnen uma luta entre o Bem e o Mal.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
ALIMENTOS PANIDI & PEIXE URBANO - Mau atendimento
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Um bar que eu recomendo em Sorocaba
Trata-se do VILA PAULISTANO, na Rua Avelino Argento, 149 no Jardim Paulistano.
Fiquei impressionado com o tamanho da porção servida, dá para três pessoas de tão bem servido.
Os preços são bastante razoáveis e eles ainda têm uma promoção com o Chopp em alguns dias da semana.
Conheci o proprietário, o Roberto, um rapaz nissei solicito e cordial.
Recomendo a meus amigos.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
NISSAN cuidado com o mau atendimento em Sorocaba.
O carro era cor de cereja, a fruta simbolo do Japão, tinha bancos de couro, marcha automática e cinto de segurança que era acionado automáticamente assim que o carro era ligado e abraçava os passageiros.
Minha esposa resolveu trocar de carro no sábado passado e fomos à agência da NISSAN em Sorocaba.
Lá chegando procurei a recepcionista e deixei o nome dela para sermos atendidos na ordem de chegada.
Ficamos uma hora em pé, aguardando ser chamados e algumas vezes procurei a recepcionista para me informar até que ela nos disse que só restava um à nossa frente.
Mas o vendedor foi até a recepção e sem consultar a lista dos que estavam esperando dirigiu-se a um casal que tinha acabado de entrar na loja e os conduziu para serem atendidos.
Informei à recepcionista que aquele casal tinha acabado de chegar e tinha passado à nossa frente.
A resposta dela foi - Ah Tá.
Pedi que cancelasse nosso nome da lista de espera, saímos dali e fomos à Peugeot e minha esposa comprou um carro.
Pretendo comprar um Nissan de novo, até o fim deste ano ou no próximo, mas vou comprá-lo em alguma outra agência.
E você se não gosta de ser mal atendido, evite a agência da NISSAN em Sorocaba.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Entrevista com uma Personalidade.
Hoje bem cedo, por volta das seis e meia da manhã, eu estava próximo a uma obra de um supermercado esperando para falar com o mestre de obras.
Aproximou-se uma picape Fiat Strada e estacionou próximo a mim.
Na caçamba vi algumas caixas de papelão e bem perto havia uma pilha de caixas amontoadas pelo supermercado.
Dirigia a picape uma senhora que desceu da cabine com problemas em uma perna.
Puxei prosa:
- Puxa! Você está apanhando caixas com uma picape!
- É sim senhor, estou desempregada e a gente tem que se virar. Já deixei minhas crianças na escola e agora vim apanhar essas caixas.
- Faz muito bem é preciso ter iniciativa.
Passado algum tempo, enquanto apanhava as caixas de papelão, as abria e as colocava na caçamba, ela iniciou um papo comigo:
- O senhor sabe porque noventa e oito por cento das pessoas deste mundo são pobres?
- Não faço a mínima idéia.
- É porque elas não se viram. Não têm iniciativa, não correm atrás.
- É verdade, mas como a senhora descobriu isso?
- Meu pai sempre dizia que nada ia dar certo. Se ele me visse apanhando caixas ia me criticar e falaria para parar de fazer isso, pois não ia dar certo.
- Quer dizer que seu pai a puxava para baixo?
- O tempo todo, ele não dizia nada que preste!
- E como que a senhora aprendeu a pensar assim positivamente?
- A gente precisa pensar positivo! Eu gosto muito de ler, eu leio muito. O senhor precisa ler um livro chamado O SEGREDO e tinha que ler também O PAI RICO PAI POBRE.
Notei que além de apanhar os papelões e as caixas, ela também juntava os plásticos e colocava na caçamba.
- Plástico também? Dá para vender isso?
- Sim, paga mais do que o papelão. Mas não é todo plástico que serve, esse plastico que estala não serve, é lixo.
E continuo ajuntando tudo e colocando na caçamba.
- O senhor sabe por que tem gente que é rica? Eu fiz uma pesquisa, tem gente que perde tudo que tem, mas arregaça as mangas e diz: “Não vai ficar assim não, vou sair dessa.” Eu já bati cimento e se precisar faço isso de novo. “Tô” catando papelão até as coisas melhorarem, depois vou fazer outra coisa.
Apanhou o que havia, depois se despediu e foi-se embora.
É claro que não lhe contei que troquei idéias com os participantes do filme O SEGREDO e montei um curso a respeito; também não lhe contei que fui um dos primeiros brasileiros a ler as obras do Kiyosaki e que tenho uma coleção de livros dele.
Tudo isso era irrelevante para ela, o importante é que eu acabara de conhecer uma personalidade e que essa mulher pode até ter menos dinheiro do que eu, mas não é mais pobre do que eu.